Razão ou emoção? Talvez uma das mais antigas lutas da humanidade... o melhor mesmo é tentar equilibrar as duas

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Hoje, acordei e disse...


"Vou acabar o doutoramento com um fúria enorme de viver"



Não quero perder a minha energia, alegria, espontaneidade e força de viver, mas há dias em que sinto que isto está a levar o mais genuíno de mim. Tantos sonhos, tanta coisa que gostava de fazer e que tenho em stand by por causa disto. Não quero desanimar. Não agora que faltam três meses e meio para o fim. 

RIP Robin Williams



Estou triste, mas triste... mais uma para agudizar o meu mau-estar. Que grande perda :( 
Não consigo sequer processar :(


sábado, 9 de agosto de 2014

Dá que pensar...

Estão demasiadas coisas a mudar e a acontecer na minha vida. Tantas que nem sei mais o que pensar, fazer ou sentir. Estou sem vontade para o blog, sem vontade para o doutoramento, sem vontade para nada. Andava tudo a correr tão bem... Estava tudo tão bem... E de um dia para o outro, andei dois meses para trás. E agora? Vão passar mais 6 meses de luta até que as coisas boas voltem a acontecer??? Terei de passar por tudo outra vez? Será que as coisas têm mesmo de ser assim? E enquanto isso? Entrarei no modo robôt novamente, sempre com aquela sensação de vazio, medo, tristeza e aperto no coração? Sou forte, mas não sou de ferro e desta vez sinto-me realmente perdida, sem apoio, sozinha e sem saber o que fazer. Desta vez, está a ser difícil, demasiadamente difícil dar a volta. 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Mudanças impercetíveis

A noite foi de regresso mas, ao contrário do esperado, não de reencontro. E também ao contrário do esperado, a noite foi de festa, boa disposiçao e descontração... mas não para mim. O meu corpo estava lá. Mas a minha essência... essa tinha partido há muito. Bastou uma pergunta para mudar tudo. Revelações atrás de revelações. “Não. Pára. Eu não quero ouvir mais nada.” A confirmação de muito do que eu sempre soube mas nunca quis aceitar. “Eu não precisava disto agora.” O destruir de muitas expectativas. O ter que mentir, dar a volta, disfarçar. Uma conversa que deveria ver como positiva e pensar que apesar de concordar com muita coisa, de ter muito de verdade, tratou-se também da partilha de perceções de alguém que não imagina sequer o outro lado da história, o lado que teve a sua melhor fase e evolução e que pareceu estar realmente bem escondido, pois esse lado foi descrito como “aí já pareceu estar tudo resolvido, já não se passava nada.” Mas foi nesse “aí” que se andava a passar tudo. Não queria que esta conversa fosse o fim. Havia ainda uma restia de esperança. A esperança do reencontro... que, apesar de todos os medos e de todo o peso das (in)certezas desta conversa, poderia revelar-se bastante bom. Mas o poder desta conversa foi mais forte. Influenciou-me negativamente. E do outro lado o comportamemto também não foi dos melhores. Talvez a expectativa de um tratamento especial, os ciúmes das novas ligações estabelecidas durante a ausência, os ciúmes da brincadeira com os outros, traduziram-se em criancice e falta de respeito que não estou disposta a aturar mais. O meu presentimento de que esta história ainda teria mais capítulos mas um pouco mais positivos parece-me estar longe de acontecer. Há novamente revolta, mágoa, tristeza e dúvidas. Mas os motivos são diferentes, a disposição para a luta são diferentes e eu própria estou diferente...  surpreendentemente, ao contrário do esperado.

sábado, 2 de agosto de 2014

Hoje é o dia...



Hoje é um dia de dúvidas, medos e de expectativas boas e más.
Hoje é o dia em talvez fique a saber se vamos retomar o ponto em que ficámos, se vamos começar novamente do zero ou se nem começar vamos, deixando tudo como está. Mas como está não quero. Quero decisões. Quero respostas. Quero sim ou sopas. 
Hoje é o dia em que quero um sorriso, um abraço e um beijo. De início, fim ou continuidade. Não interessa.
Hoje é o dia. Hoje é o dia do regresso e do reencontro.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Friday night... time to party... or not


Planos acertados há mais de uma semana. 1 de Agosto. Portanto, esperava-se calor e bom tempo... Telefone toca: "Está a chover e assim não dá que aquilo não tem abrigo"... bahhh...

 ... ou não!!! Gosto muito das pessoas com quem tinha combinado, gosto imenso de sair à noite e cada vez mais gosto de sair às sextas. Mas hoje... hoje queria apenas tempo para mim. Para fazer aquilo que gosto. Ver uma série, um filme, ler um livre ou simplesmente fazer coisa nenhuma e tirar algum tempo para refletir. Contrariamente ao que era habitual, que nunca perdia uma oportunidade para sair de casa, principalmente numa noite de Verão, fizesse calor ou frio, estivesse ou não a chover, dou cada vez mais por mim a desejar ficar por casa. Não acontece muitas vezes (e ainda bem!). Mas acho que como passo tanto tempo dedicada ao doutoramento e aos problemas familiares que ultimamente têm surgido que, quando surgem assim umas horinhas como hoje (sim apenas umas horas), sinto uma necessidade enorme de estar sozinha comigo mesma, com as minhas minhocas e os meus fantasmas e colocar algumas ideias no lugar. E nem imaginam o bem que isto me sabe!