Razão ou emoção? Talvez uma das mais antigas lutas da humanidade... o melhor mesmo é tentar equilibrar as duas
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
MC, a sonhadora
"Eu queria que as pessoas parassem de fugir
toda vez que eu digo “eu gosto de você”.
Parassem de fugir
toda vez que eu ligo e pergunto:
“Vamos sair?”
Eu queria que as pessoas parassem de se preocupar
com o que os outros vão dizer sobre sua roupa,
seu cabelo e o seu sapato.
Queria que elas se preocupassem mais
com as cicatrizes do seu coração partido,
e se abraçassem mais no frio.
Eu queria que as pessoas parassem de mentir.
Não tem mistério.
Se você ama,
não engana certo?
Que parassem com essa bobagem
de falar que tem que ter coragem pra amar.
Não, não e não.
Para amar, basta sonhar e acreditar.
Queria que as pessoas parassem de usar o medo
como fuga para não se envolver.
Apenas mais uma desculpa para desaparecer.
Eu não sei como, e eu não sei porquê.
Queria entender como você foge de alguém
que ama você?
Pois é.
No fundo, todo mundo sabe.
A razão foge.
O coração se envolve.
Queria que parassem de dizer:
“Você é a pessoa certa, mas no momento errado”.
Esse “bla bla bla” não da mais para escutar.
Sempre as mesmas desculpas no ar.
Eu queria mais sinceridade
neste mundo cheio de vaidade.
Queria que não precisasse existir uma campanha
“Não use maquiagem.”
Que bobagem.
Você usa e faz o que quiser.
A liberdade é que faz de você uma mulher.
Eu queria que as pessoas valorizassem mais o outro
em vez do corpo.
Que as pessoas parassem de ir atrás de quem foi embora,
fechou a porta e jogou a chave fora.
Eu queria que as pessoas olhassem no espelho e gritassem:
“EU AMO VOCÊ”.
A plenos pulmões novamente:
“EU AMO VOCÊ”.
Eu queria que as pessoas
fossem mais que um caso de uma noite.
Que só valeu a pena
se tiver terminado na cama.
Eu queria que as pessoas se abraçassem mais.
Que transassem com intimidade.
Que trocassem olhares em vez de mensagens.
Eu queria um mundo com mais sussurros no escuro.
Queria que você me ligasse para dizer:
“Quero te ver agora. Vamos. AGORA. ”
Não importa a hora.
Queria que as pessoas gostassem mais uma das outras.
Que se apaixonassem pelo jeito
e não julgassem os defeitos.
Ninguém é perfeito.
Eu quero que no último dia da sua vida
você possa sorrir e dizer:
“Eu fiz tudo o que eu queria fazer.”
A vida vai passar.
Atrasar o relógio não faz o tempo voltar.
Então, não deixe aquele momento perfeito,
ser arruinado pelo medo.
Arrisque. Não pare.
A vida é uma, é sua.
Espero que entenda.
Se você ama, então vá.
Se envolva.
E se for possível,
escreva isso bem grande no seu espelho.
Pra você,
e pro mundo inteiro."
Revi-me em cada palavra. Está fantástico!
Retirado daqui
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Relógio biológico
Não! Não toca por aqui! Aliás, até há bem pouco tempo era uma coisa que achava que nem sequer tinha porque bebés, criancinhas e criaturas assim (vá, é com carinho) eram coisas que realmente não me fascinavam, nem surtiam qualquer efeito na minha pessoa. Mas hoje vi este video e fiquei de pêlo em pé tal é a fófusura da coisa! Mantenho a convicção de não ter relógio, mas se o tivesse, depois deste vídeo ele não daria só um click, ele começaria a tocar e despertar por todos os lados.
domingo, 19 de outubro de 2014
MC, por onde tens andado?
Uma proposta aliciante e que não estava mesmo nada a contar e que veio juntamente com uma decisão difícil e tarefa ainda mais difícil. Eu, pessoa de desafios, aceitei mas acho que não só fracassei como desiludi pessoas. A parte má é que vi confirmadas algumas das minhas limitações. A parte boa (e que estou a tentar que prevaleça sobre a má) é que, ao ver confirmadas essas dificuldades, posso escolher o caminho da aprendizagem e conhecimento e tentar melhorar e superar-me. Resultados oficiais só saberei esta semana, mas o fracasso é quase garantido. No entanto, a outra parte boa foi ter tido a possibilidade de viajar, reencontrar amigos e revisitar uma cidade que gosto tanto.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Maria Caxuxa, igual a si mesma
As reticências... uso e abuso delas. É a forma que arranjo p'ra não dar o meu pensamento por terminado, p'ra dar a entender que tenho mais p'ra dizer... Como quando não fechamos a porta, mas apenas a encostamos p'ra que seja mais fácil alguém entrar, sem precisar de bater... Lido mal com os pontos finais. São castradores. Não me deixam espaço, impõem-me limites, cortam-me as asas.
A minha vida deveria ser como a minha escrita, cheia de reticências... Não das que denunciam dúvidas, hesitações, mas daquelas que traçam avenidas que se enchem de gente, onde ecoam risos e se oferecem abraços a troco de nada...
A ironia é que sou uma mulher que distribui pontos finais. E se uns são merecidos, outros nem por isso. Preciso de aprender a dar o benefício da dúvida, a conceder oportunidades, a deixar de ter medo. Medo de que gostem de mim."
Retirado de Don't Play Games With A Girl Who Can Play Better
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